sexta-feira, 13 de março de 2015

TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO


O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) caracteriza-se por dois tipos de manifestações: as obsessões ou idéias obsessivas e as compulsões ou rituais compulsivos. As obsessões são idéias ou imagens que vem à mente da pessoa independente de sua vontade repetidamente. Embora a pessoa saiba que são idéias suas, sem sentido, não consegue evitar de pensá-las. São freqüentes idéias relacionadas a religião, sexo, duvidas, contaminação, agressão (por exemplo, a pessoa tem idéias repetidas de que suas mãos estão contaminadas por ter tocado em objetos "sujos"). As compulsões são atos ou rituais que o indivíduo se vê obrigado a executar para aliviar ou evitar as obsessões. Se a pessoa não executa o ato compulsivo ela fica muito ansiosa. Os rituais são repetidos numerosas vezes, apesar da sensação que a pessoa tem de que não fazem sentido. Compulsões freqüentes são lavar as mãos, verificar se a porta está trancada ou a válvula do gás está fechada, questionar uma informação repetidamente para ver se está correta, executar minuciosamente uma série pré-programada de atos para evitar que aconteça algum mal a alguém, contar ou falar silenciosamente. Tanto as obsessões como as compulsões ocupam uma boa parte do tempo da pessoa, prejudicando ou dificultando seu dia a dia. 
Como a própria pessoa reconhece que seus pensamentos ou atos são sem sentido, ela procura disfarçar tais manifestações, evitando conversar sobre esse assunto e relutando em procurar auxilio médico psiquiátrico.
O transtorno obsessivo compulsivo inicia em geral no fim da adolescência, por volta dos 20 anos de idade e atinge cerca de 2 em cada 100 pessoas. A doença pode se manifestar em crianças também. Em geral a doença evolui com períodos de melhora e piora; com o tratamento adequado há um controle satisfatório dos sintomas, embora seja pouco freqüente a cura completa da doença.
Muitos portadores de TOC apresentam também outros transtornos como fobia social, depressão, transtorno de pânico e alcoolismo. Alguns transtornos mentais como a tricotilomania (arrancar pelos ou cabelos), o distúrbio dimórfico do corpo (idéia fixa de que há um pequeno defeito no corpo, em geral na face) e a síndrome de Tourette (síndrome dos tics) parecem estar relacionados ao TOC.
Pesquisas recentes mostram que o TOC é uma doença do cérebro na qual algumas áreas cerebrais apresentam um funcionamento excessivo. Sabe-se também que o neurotransmissor serotonina está envolvido na formação dos sintomas obsessivo-compulsivos. Acredita-se também que as pessoas que tem uma predisposição para a doença, reagem excessivamente ao estresse. Tal reação consiste nos pensamentos obsessivos, que por sua vez geram mais estresse, criando assim um circulo vicioso.
O tratamento do transtorno obsessivo compulsivo envolve a combinação de medicamentos e psicoterapia. Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, em geral em doses elevadas e por tempo bastante prolongado. A psicoterapia mais estudada é a terapia comportamental, através da qual o paciente é estimulado a controlar seus pensamentos obsessivos e rituais compulsivos. Outras formas de psicoterapia auxiliam o paciente a lidar com as situações de ansiedade que agravam a doença.


FONTE - PESQUISAS

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Na automedicação, bom-senso é o melhor dos remédios

Possivelmente não será exagero dizer que a imensa maioria das pessoas fez ou fará uso de um remédio por conta própria. Trata-se de um comportamento observado em todo o mundo e até justificável em algumas situações. Seria praticamente impossível recorrer ao médico ou bater à porta de uma instituição de saúde no caso de uma dor de cabeça eventual ou uma indisposição estomacal, por exemplo. A própria Organização Mundial de Saúde reconhece a automedicação como um complemento aos sistemas de saúde, que certamente entrariam em colapso se precisassem atender a todos os casos de males simples e passageiros. O problema é que os limites do consumo racional são frequentemente ultrapassados. E as consequências podem ser desastrosas. Em vez da cura para o seu problema, o leigo que se automedica pode estar se expondo a riscos que desconhece – até o óbito, em casos mais extremos.
Não há, no Brasil, dados oficiais sobre o universo de pessoas que se automedicam. Mas há indicadores de alerta, como o levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX). Os dados mais recentes, de 2007, mostram que a ingestão indevida de medicamentos é a principal causa dos casos de intoxicação registrados na Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica, respondendo por cerca de 30% do total.
Intoxicações são apenas um exemplo do universo de riscos. Entre eles, estão o mascaramento dos sintomas, com o consequente retardo na identificação da doença e a possibilidade de agravá-la; o diagnóstico incorreto; a escolha da terapia inadequada; as dosagens insuficientes ou excessivas; os efeitos adversos e colaterais desnecessários e o desconhecimento de possíveis interações com outros medicamentos.
Até medicamentos de venda livre (sem tarja), como analgésicos, antiácidos, antitérmicos e antigripais, podem trazer riscos. Por exemplo: em crianças com algumas doenças virais, como gripe e catapora, o ácido acetilsalicílico pode precipitar a síndrome de Reye, um tipo de doença fulminante do fígado, fatal na maioria dos casos. Às vezes, a pessoa nem sabe que está ingerindo uma droga em excesso, pois combina vários medicamentos que têm o mesmo princípio ativo. O paracetamol, por exemplo, está presente em remédios para gripe, reumatismo, cólicas e enxaqueca. Isso sem falar dos consumidores que, entusiasmados com a propaganda, tomam remédios que não lhes trarão benefício algum. Se não fazem mal, no mínimo afetam o bolso. Um em cada três medicamentos comercializados no Brasil são de venda livre, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (ABIMIP).
Os riscos da automedicação incluem mascaramento dos sintomas, dosagens insuficientes ou excessivas e possíveis reações pela interação com outros medicamentos.
Nos medicamentos de tarja preta, no qual estão principalmente os da classe dos psicotrópicos, a possibilidade de automedicação é minimizada. Por oferecerem risco elevado, possuem hoje um eficiente sistema de controle. Sua COMPRA se dá apenas mediante apresentação de receita médica, que fica retida no estabelecimento de venda e é periodicamente recolhida para lançamento no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados.
No Brasil, o maior perigo está nos medicamentos de tarja vermelha. Apesar de a lei exigir apresentação de prescrição médica no ato da compra, o fato é que eles são facilmente adquiridos de maneira bastante fácil, sem a necessidade de nenhuma receita ser mostrada. Nessa categoria estão classes de medicamentos como os antiinflamatórios, antialérgicos e, principalmente, os antibióticos, cujo consumo indiscriminado pode trazer graves consequências não apenas para o paciente, mas para toda a sociedade, uma vez que o consumo sem critério ou indicação adequada favorece a resistência microbiana, anulando a eficácia das drogas. Um levantamento realizado em 2008 pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo em 2.789 estabelecimentos constatou que 68% deles haviam vendido antibióticos sem receita médica. Desde então, intensificou-se o movimento do setor em favor de maior controle na comercialização de antibióticos, e a Anvisa estuda normas mais rígidas para a venda desses medicamentos.
Mas a prática da automedicação já diminuiria com o mero cumprimento (e fiscalização) das regras atuais para as drogas de tarja vermelha. Para os de venda livre, é praticamente impossível estabelecer regras, pois os limites entre o uso racional e o exagero são subjetivos e pouco perceptíveis ao paciente. Este deve, no mínimo, ler a bula e procurar o médico em caso de dúvidas, persistência de sintomas, piora, recaída ou ocorrência de dores agudas. E pessoas que já fazem uso regular de algum medicamento devem ter cuidado redobrado para evitar reações causadas pela interação do remédio prescrito com o tomado por conta própria. Acima de tudo, o que deve imperar é o bom-senso – este sim o melhor dos remédios e sem contraindicações.​

FONTE : PESQUISAS

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Dez erros que os pais cometem e afastam os filhos adolescentes

A adolescência é um período complicado para pais e filhos. As relações ficam mais difíceis, as preocupações aumentam e é preciso administrar com calma essa fase cheia de experiências novas para os jovens. Para evitar o distanciamento, duas especialistas listam dez erros comuns, cometidos pelos pais, em relação aos adolescentes.
1º ERRO: não entender que os filhos cresceram
As crianças são muito ligadas aos pais. Mas, na adolescência, há um afastamento natural, para que os filhos possam testar sua independência e autonomia. E isso não significa que os jovens não gostam mais de seus pais. A psicóloga Marina Vasconcellos explica que os adultos devem entender esse momento e dar mais liberdade (claro, com limites). “Não dá para permitir tudo, mas é um erro impedir que os adolescentes tenham experiências novas, afinal, eles cresceram e precisam disso para a construção da identidade.”
2º ERRO: minimizar as descobertas
Os pais costumam dizer aos filhos que sabem perfeitamente pelo que eles estão passando, pois já viveram tudo aquilo. E, portanto, acham que podem dizer qual é o melhor caminho. Marina diz que isso é um erro. “É preciso respeitar o momento do filho, sem impor seu modo de pensar. Por mais que tenhamos ideia de como é, agora é a vez deles”, diz a psicóloga. “É impossível impedir o sofrimento dos filhos. Todos têm tristezas e dificuldades. Os jovens também.”
3º ERRO: não saber como controlá-los
Os adolescentes se consideram maduros e não gostam de dar satisfações. Mas precisam. E o ideal é fazer com que isso aconteça naturalmente, sem a necessidade de cobrar explicações. De acordo com Marina, “se os adolescentes são tratados com respeito, geralmente, retribuem da mesma maneira”, diz ela. “Pais que julgam bloqueiam os filhos, que se fecham. Em uma relação saudável, as conversas fluem normalmente. Isso inclui falar sobre que estão passando, apresentar os amigos, compartilhar as experiências”. O conselho dela é dar espaço para que o filho se abra, sem que sinta medo de ser julgado. “Quebre o clima de tensão entre vocês com bom humor.”


  • Não minimize as descobertas do seu filho sempre repetindo que já passou por tudo isso

4º ERRO: exagerar nas cobranças
A adolescência é uma fase de muitas cobranças. Os pais querem que os filhos tenham um bom futuro, estudem, tenham boas companhias, criem responsabilidade, não se envolvam com drogas... A sugestão de Marina é escolher a forma certa de cobrar. “Os pais devem ser afetuosos, senão não funciona. Não podem apenas cobrar. A cobrança precisa ser intercalada com carinho, diversão, momentos descontraídos e diálogos. Muita pressão cansa os dois lados: adolescentes e pais.”
5º ERRO: não saber dar liberdade
Podar demais não dá certo. “Deixe que o seu filho durma na casa dos amigos”, exemplifica Marina Vasconcellos. “Ligue para os pais do amigo, certifique-se de que é seguro e permita”. De acordo com a psicóloga, os pais têm dificuldade para saber qual é o momento certo de permitir que os filhos saiam à noite. “Aos 15 ou 16 anos, eles querem chegar mais tarde em casa. Querem ir para as baladas. Deixe-os ir, mas é importante ir buscá-los, para ver como saem dessa balada (se estão com os olhos vermelhos ou bêbados, por exemplo)”, recomenda a psicóloga. “Combine um horário condizente com a idade e a maturidade do seu filho.”
6º ERRO: demonstrar falta de confiança
Certificar-se de que o seu filho está em segurança é bem diferente de vigiá-lo. De acordo com a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, o filho pensa que, se o pai não confia nele, pode fazer o certo ou o errado, pois não fará diferença. “Investigar exageradamente não estimula a responsabilidade. Gera um clima de desconfiança –e as relações íntimas são baseadas na confiança”, alerta a especialista. “Diga para o seu filho que quer se assegurar de que ele estará bem e informe-se, mas não aja às escondidas.”
7º ERRO: desesperar-se nas crises
Os adolescentes dão trabalho. Mas é essencial agir com cautela. “As reações precisam ser proporcionais aos fatos”, diz Cecília. “Se o seu filho entrou em coma alcoólico é uma coisa, se chega cheirando a bebida é outra. Os pais devem hierarquizar a gravidade dos problemas”. De acordo com a psicóloga, ter uma reação desmedida (ou dar broncas muito frequentes) estimula o filho a mentir. “Para o adolescente, o problema é a bronca. Ele não pondera se suas atitudes podem ser perigosas. Por isso, converse com calma, para entender as razões que o levaram a fazer escolhas erradas. Descubra se é algo frequente e explique as consequências.”
  • Thinkstock
    Colocar defeito em todos os namorados dos seus filhos pode afastá-los de você. Cuidado!
8º ERRO: constranger os filhos
Na adolescência, é comum os filhos terem vergonha dos pais. Tente compreender isso. Cecília explica que os pais são munidos de informações que podem envergonhar o filho diante dos amigos. Particularidades que só os pais sabem, mas que o jovem não quer que sejam reveladas. “Os adultos precisam evitar expor a intimidade dos filhos, pois, muitas vezes, o deixam constrangido. Evite, também, estender muito as conversas com os amigos dele. “Pai e mãe não são amigos. Pais que querem ser amigos não estão sendo bons pais”, alerta Cecília. “A relação precisa ser hierárquica. Isso não significa que tenha de ser ruim. A diferença é que, com amigos, temos relações de igual para igual. Entre pais e filhos não é assim”, diferencia a psicóloga. “Os pais podem ser bacanas, compreensivos, divertidos, mas são pais.”
9º ERRO: colocar seu filho em um altar
Pare de pensar que ninguém está à altura do seu filho. É comum os pais colocarem defeitos em todos os amigos e, principalmente, nos namorados que os adolescentes têm. Cecília lembra que o excesso de julgamento faz com que os filhos se fechem. “O resultado de tantas críticas é que os filhos passam a esconder namorados e amigos dos pais. Eles perdem a vontade de apresentar pessoas com quem convivem e começam a ficar mais na rua do que dentro de casa”, alerta.
10º ERRO: fazer chantagens
Ameaçar cortar a mesada, caso o filho não obedeça, é muito comum. Assim como dizer que, enquanto ele viver às suas custas, não poderá tomar certas atitudes. “Isso é uma chantagem e não educa”, resume Cecília. “Os pais devem explicar as razões que os levam a proibir determinados comportamentos. Com ameaças, o jovem apenas obedece para não perder um benefício”. A psicóloga diz, ainda, que, agindo assim, a relação entre pais e filhos fica muito rasa. “É como beber e dirigir: quem não faz, pois sabe que é perigoso para si e para as outras pessoas, compreende o problema. Quem deixa de fazer apenas por medo da multa, não entende os riscos”, exemplifica
FONTE - PESQUISAS

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Lixo da indústria de alimentos pode virar energia limpa

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara (SP) estudam a viabilidade de usar a água residuária da indústria de suco de laranja para produzirhidrogênio – uma fonte de energia renovável, inesgotável e não poluente.

A pesquisa, apoiada pela FAPESP, está em andamento no Centro de Monitoramento e Pesquisa da Qualidade de Combustíveis, Biocombustíveis, Petróleo e Derivados (Cempeqc) do Instituto de Química da Unesp. “A vantagem de produzir hidrogênio a partir de águas residuárias é aproveitar, de maneira sustentável, uma fonte de carbono que hoje está sendo descartada”, argumentou Sandra Imaculada Maintinguer, pesquisadora do Cempeqc.

De acordo com a pesquisadora, a proposta é reaproveitar a energia gerada localmente, na própria indústria, para abastecer as bombas dos sistemas de tratamento biológico, por exemplo. “O método poderia beneficiar não apenas o setor citrícola, como o sucroalcoleiro, indústrias de refrigerantes, cervejas e de outros alimentos”, afirmou Maintinguer.

O hidrogênio, explicou a pesquisadora, é quase três vezes mais energético que os hidrocarbonetos e que o metano e quatro vezes mais que o etanol. No entanto, em razão do custo ainda elevado de armazenamento e transporte, seria inviável usar o gás, por exemplo, para substituir a energia hidrelétrica – ainda muito barata no Brasil.

O grupo de pesquisadores do Cempeqc está estudando três diferentes resíduos do beneficiamento da laranja cedidos por uma empresa situada em Matão (SP): o melaço, avinhaça e a água residuária. Embora o melaço e a vinhaça apresentem concentrações mais elevadas de açúcares (40 a 150 g glicose/L), testes preliminares sugerem que a água residuária (12g glicose/L) é a mais indicada para a produção biológica de hidrogênio.

“Quando a concentração de substrato é muito elevada, pode ocorrer a inibição do crescimento dos microrganismos que quebram os açúcares em moléculas menores, como ácidos orgânicos e hidrogênio. Existe uma faixa ideal, que parece ser a da água residuária”, disse Maintinguer. Além da glicose, os pesquisadores também encontraram outras fontes de carbono na água residuária, como frutose e ácidos orgânicos, além de impurezas como óleos e detergentes usados no processo industrial.

“Fizemos os testes usando a água residuária com todas as impurezas e, mesmo assim, os resultados foram muito promissores. Conseguimos transformar cerca de 65% desse resíduo em hidrogênio. Como os microrganismos usam os nutrientes para crescer e se multiplicar em primeiro lugar, a produção nunca chega a 100%”, explicou a pesquisadora.

FONTE - PESQUISAS

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ENTENDENDO A RELAÇÃO INTERPESSOAL PROFESSOR E ALUNO


Einstein dizia: “A arte mais importante do mestre é a de fazer brotar a alegria no estudo e no conhecimento...O professor só pode esperar atingir o seu público na medida em que ele próprio é atingido por esse publico; na medida em que o percebe enquanto desejo e se sente enriquecido por ele.”  A prática social do ensino coloca professores e  alunos num complexo sistema onde há conflitos de valores, que exige posturas éticas e políticas. Sendo a sala de aula um espaço de relações interpessoais, ocorrem na mesma, uma ampla gama de fenômenos psicológicos.  São muitas as mudanças ocorridas na sociedade no que diz respeito às relações interpessoais e a docência não deve deixar de considerar tais mudanças, por isso, ser professor  requer mais que saberes e conhecimentos científicos, pedagógicos, educacionais, exige sensibilidade, indagação teórica e criatividade para encarar as situações ambíguas, incertas e conflituosas.
 Para ser um professor, que atenda às novas exigências da docência exige-se: a  habilidade em comunicar-se, de modo a  motivar, aumentar o prazer e o aprendizado com autonomia; promover relacionamentos e emoções positivas, ressaltando a individualidade e a capacidade criativa individual. Portanto para ser este professor, pressupõe-se que haja: 
 - Relações interpessoais positivas com os alunos; 
- Solicitação de feedback dos alunos;
- Liderança indireta em relação aos alunos, ressaltando suas individualidades.
  
  A dimensão cognitiva da relação professor e aluno se traduz   nos  aspectos intelectuais, técnico-didáticos, que favorecem o contato do aluno com o conhecimento em potencial. Já a dimensão de relacionamento descreve  a forma como o professor administra dificuldades   no que mensura o conhecimento, a metamorfose do que é aprendido  em habilidade e competência.
 Dentro das relações interpessoais, o professor precisa aprender a:
  - Perceber as particularidades dos seus alunos, em meio ao todo;
  - Enfrentar as situações em sala de aula, as diversidades, sem preconceitos conceitos de natureza pessoal, demonstrando estabilidade emocional;
  - Assumir uma postura de liderança, sem autoritarismo;
  - Desenvolver a inteligência interpessoal;
  - Aprender a lidar com o outro em situações de conflitos;
- Ter uma postura ética, respeito e valorização do ser humano.
 As atitudes do professor são passadas  inicialmente nas relações vivenciadas em sala de aula; seja na relação entre professor e aluno ou na relação aluno com aluno. Por ser do   professor o suposto papel de liderança, torna-se logo responsável pelo clima vivenciado no ambiente.

O professor é, logo  instigado  a vencer suas limitações na relações interpessoais e fazer a diferença  positivamente na vida dos seus alunos e na sua própria vida.

             FONTE  : PESQUISAS 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mel e vinagre de maçã para acabar com a insônia de forma natural

insônia acontece quando, por algum motivo, os padrões naturais do sono são alterados. Isso causa a dificuldade de conciliar o sono de forma correta ou a não permanecer dormindo o suficiente para sentir-se descansado, relaxado e revitalizado no dia seguinte.
As pessoas que sofrem de transtornos do sono, como é o caso da insônia, muitas vezes procuram desesperadas por uma solução, medicamentos, tratamentos, e lamentavelmente nessa busca costumam recorrer a medicamentos que possuem efeitos colaterais desagradáveis. Porém, existem tratamentos naturais eficazes para a insônia e sem efeitos colaterais indesejados que aparecem em certos fármacos.

Como você descansa a noite?


Quem sofre de insônia normalmente experimenta durante o dia sintomas como cansaço, fatiga mental, incapacidade para concentrar-se e falta de energia. É importante saber que “o acordar várias vezes durante a noite” também é considerado insônia.
São duas as classes de insônia: aguda e crônica. A primeira é pontual, dura pouco e normalmente vem motivada por uma situação particular, como estresse e/ou ansiedade. A segunda permanece durante o tempo, é repetitiva, e nos alarma a outro tipo de problema mais grave.
Os remédios “da vovó”, que são utilizados já há centenas de anos são perfeitos e não possuem nenhuma contraindicação. Mostraremos, agora, quais são os mais interessantes!

Mel, um aliado para o sono


Desde sempre o mel é utilizado para solucionar problemas de transtornos do sono. Os chineses já o utilizavam na antiguidade. O que acontece é que o mel tem alguns componentes que ajudam e favorecem o sono de forma natural. Segundo estudos realizados, seu teor de Ômega 3 ajuda a reduzir o cansaço e a fadiga.
Muitas vezes, comentamos: “Estou tão cansado que sou incapaz de dormir”. Por isso é tão importante o estado de relaxamento antes de dormir.
Os açúcares contidos no mel sobem de forma natural e saudável nossos níveis de insulina e produzem serotonina, que é o hormônio que melhora o humor e nos relaxa. Está claro que se estamos relaxados e felizes o sono chega rapidamente e se mantém ao longo da noite.

Vinagre de maçã contra insônia


Os primeiros a descobrirem as propriedades do vinagre de maçã foram os gregos, que o utilizavam também como antibiótico natural e desinfetante.
O vinagre de maçã libera triptofano, uma substância que pode ser transformada em serotonina e que favorece o estado físico em geral, além de evitar que nos sintamos tão cansados a ponto de não conseguirmos conciliar cansaço e sono.

Uma bebida sedativa natural


Se combinarmos os dois ingredientes que acabamos de mencionar, sem dúvidas, obteremos uma bebida com propriedades relaxantes e o mais importante, de origem natural.
O preparo é muito simples, prepare seu chá ou infusão com a erva preferida (de preferência que seja camomila, maracujá, valeriana, etc.) e adicione umas colheres de vinagre de maçã e mel, misture bem e desfrute desse maravilhoso remédio relaxante.
Agora sim, vamos descansar!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Oito mitos sobre sexo que podem atrapalhar o seu relacionamento


Ninguém quer admitir que está fazendo sexo errado. Quando chegamos à adolescência geralmente queremos provar que já sabemos tudo sobre o assunto, mas a verdade é que mesmo na fase adulta ainda não temos nenhuma pista, e continuamos cheios de dúvidas sobre como o sexo realmente funciona. Depois, carregamos esses mistérios não revelados para nossos casamentos e, por conta disso, sem dúvidas construímos relações que não incluem sexo ou que incluem sexo, mas do pior tipo.

De acordo com o livro: “Don’t Put That in There! And 69 Other Sex Myths Debunked”, de Aaron E. Carroll e Dr. Rachel C. Vreeman, existem muitos mitos e histórias mau contadas a respeito do sexo. Mesmo que você ache que sabe tudo sobre isso, você com certeza será surpreendido (a)…ou ao menos ficará curioso (a). Veja oito mitos sobre o sexo que podem estar arruinando o seu casamento — ou simplesmente amortecendo as coisas na cama — e descubra quantos deles você já sabia.

1) Fazer sexo quando está menstruada não engravida
É muito menos provável que você engravide ao transar menstruada, porém ainda assim é possível. O óvulo de uma mulher e o esperma de um homem podem viver durante vários dias no ambiente aconchegante do útero.

2) Sexo pode causar ataque cardíaco 
Todos nós já ouvimos as histórias do vovô que ficou muito animado durante o ato sexual e morreu de ataque cardíaco. Mas Carroll e Vreeman analisaram uma pesquisa que revela que mesmo se você fumar ou tiver diabetes, ainda assim há apenas uma chance em um milhão de você ter um ataque cardíaco durante o sexo. Na realidade, o sexo é bom para a saúde cardiovascular. Outro estudo mostrou que homens que fazem sexo duas vezes por semana ou mais têm um risco menor de desenvolver doença cardiovascular.

3) Pessoas casadas não se masturbam 
Supostamente, se você é casado você não tem que se masturbar porque pode fazer sexo quando quiser, certo? Errado! As pessoas que vivem com um parceiro sexual, na verdade, se masturbam mais que as solteiras. Mas isso não quer dizer que suas vidas sexuais estejam mortas — até porque pessoas casadas fazem mais sexo e com mais qualidade.

“O mito de que as pessoas casadas não se masturbam é completamente errado!”, informa a especialista em estilo de vida sexual, Dana B. Myers. “Para as mães ocupadas, é muito importante gastar um tempo se masturbando para aliviar o estresse e continuar aprendendo sobre o que gostam”.

4) Há uma diferença de dez anos entre o pico sexual de cada gênero 
Supostamente, os homens atingem seu pico sexual aos vinte e poucos, enquanto as mulheres atingem na meia-idade — mas a verdade é que homens e mulheres passam por altos e baixos ao longo de suas vidas. “O desejo sexual oscila constantemente e está relacionado a muitos, mas muitos outros fatores além da idade”, revelam Aaron e Rachel.

5) É apenas uma questão de tempo para um homem trair sua mulher
Em primeiro lugar, trair não é inevitável. Em segundo lugar, a idade não é um fator. Tanto homens como mulheres são mais propensos a trair quando estão infelizes em seus relacionamentos e/ou quando são sexualmente incompatíveis.

6) Transar de meia é brochante 
Pelo que dizem por aí transar de meia nos pés é brochante. Mas estudos mostram que casais que usavam meias ao ter relações sexuais eram mais propensos a atingir o orgasmo do que as pessoas que não as usavam. Resumindo: “O melhor sexo acontece quando você está confortável”, revelam as especialistas em seu livro.

7) No fundo, as mulheres não querem sexo 
As pessoas vêm dizendo há anos que os impulsos sexuais dos homens são mais fortes que os das mulheres. Bem, a pesquisa mais recente mostra que isso está simplesmente errado. É que muitas vezes as mulheres querem sexo de formas diferentes — e temos sido culturalmente tendenciosos contra ver as mulheres como seres sexuais. “Quando se trata da biologia do corpo, muitas pesquisas sugerem que as mulheres também são feitas para ter muito desejo sexual”.

8) Mãos e pés grandes significam pênis grande
Não. Enquanto os mesmos genes parecem estar envolvidos no crescimento das genitálias, dos dedos das mãos, e dos dedos dos pés, “não há evidências de que os homens com pés grandes têm pênis maiores”. Você realmente não pode presumir que o tamanho do pênis de um cara é grande ou pequeno só de olhar para as mãos dele. 

FONTE : YAHOO