terça-feira, 26 de agosto de 2014

Enjoo de grávida tem suas vantagens!



Um novo estudo feito por especialistas do Hospital for Sick Children, de Toronto, descobriu que as mulheres com sintomas de náuseas e vômitos durante a gravidez tiveram menos abortos espontâneos e deram à luz a bebês maiores e mais saudáveis ​​do que as mulheres sem os sintomas. Os enjoos também foram associados a menor número de defeitos congênitos e melhor desenvolvimento de longo prazo para a criança, de acordo com o estudo, uma meta-análise publicada na edição de agosto da Reproductive Toxicology Journal.
Esse sintoma afeta 85% das mulheres grávidas e varia de leve a grave, segundo os pesquisadores. Ele acontece por causa do rápido aumento de gonadotrofina, um hormônio liberado pela placenta. Os altos níveis do hormônio e, possivelmente, outros hormônios ainda não identificados, podem contribuir para um ambiente de pré-natal mais favorável, disseram os pesquisadores.
Estudos menores haviam indicado anteriormente possíveis benefícios para o enjoo matinal. A última análise reuniu dados de 10 estudos separados que tinham sido realizados em cinco países, entre 1992 e 2012, com um número estimado de 850 mil mulheres grávidas. Eles examinaram a associação entre náuseas, vômitos, taxas de aborto, prematuridade, peso ao nascer, anomalias congênitas, como cardiopatias e fenda palatina e desenvolvimento da criança em longo prazo.
O risco de aborto espontâneo foi mais de três vezes maior em mulheres sem sintomas de náuseas e vômitos. Mulheres com 35 anos ou mais parecem ter se beneficiado mais com o "efeito protetor” associado a sintomas matinais, segundo o estudo.
Mulheres com os sintomas também tiveram menos nascimentos prematuros: 6,4% contra 9,5% para aqueles sem sintomas. O risco de defeitos congênitos foi reduzido entre 30% e 80% em recém-nascidos de mães com sintomas. Essas crianças, quando testadas anos mais tarde, também pontuaram mais em testes de QI, linguagem e comportamento.
“Tomar medicamentos para reduzir os sintomas de náuseas e vômitos não afeta os níveis hormonais da mulher e, portanto, não deve alterar quaisquer efeitos positivos associados com enjoo matinal”, disse Gideon Koren, diretor do Programa de Motherisk no Hospital for Sick Children e principal autor do relatório. 

FONTE : PESQUISAS

domingo, 10 de agosto de 2014

Como melhorar a concentração


  • Primeiramente deve estar bem claro que só podemos fazer uma coisa de cada vez, e quando estivermos fazendo uma atividade devemos ter toda nossa atenção voltada somente a ela. 
    Isso pode parecer óbvio, mas o mais comum é que uma pessoa faça uma determinada atividade e esteja pensando na próxima que precisará fazer depois. 
  • Dedique o tempo que for necessário para concluir uma determinada atividade que esteja fazendo e, somente após concluí-la, passe para uma próxima atividade, e assim sucessivamente até terminar o seu dia. 
  • Faça seus movimentos com concentração. Estamos muito acostumados a fazer as atividades de forma mecânica, isto é, fazendo determinados movimentos sem prestar atenção, e pensando em outras coisas que não tem relação alguma com o que estamos fazendo. 
    Situações muitos comuns onde isto ocorre é quando estamos tomando banho, escovando os dentes, dirigindo o carro, etc. 
  • É claro que quando tentarmos nos concentrar em algo nossa mente tentará desviar para outros pensamentos, já que nunca foi submetida a uma disciplina. Quando isto ocorrer devemos trazer nossa atenção imediatamente para onde estávamos concentrados, tantas vezes quanto for necessário. 
  • Se os pensamentos estão insistindo demais em atrapalhar a concentração podemos também lhes aplicar a morte psicológica, pois cada pensamento destes é um eu, um defeito psicológico e, portanto podem ser eliminados. 
FONTE : ESTUDOS 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Seis dicas para potencializar a hidratação caseira em seus cabelos



Toda mulher que se preocupa com os cabelos sabe: os cuidados no salão são ótimos, mas não suficientes. Para manter brilho, hidratação e sedosidade dos fios é preciso reforçar os cuidados em casa. A hidratação, um dos tratamentos mais populares e queridinhos do público feminino, é aliado forte na saúde das madeixas. "Este procedimento é importante para repor nutrientes de maneira progressiva, dando continuidade ao trabalho profissional", explica Leonardo Guedes, cabeleireiro do salão W Crystal, de Curitiba.
Mas não basta aplicar um produto nos fios durante o banho e esperar pelo milagre após desligar o chuveiro; alguns segredinhos ajudam a potencializar os efeitos das máscaras, produto principal desse método. Veja só algumas delas, a seguir.
Rotina
O mais indicado é hidratar os fios duas vezes por semana. Isso porque, no dia a dia, eles perdem água e precisam que ela seja reposta. Mas, se você anda com a agenda lotada,  reservar um único tempo na semana já é válido. E mais: todos os cabelos precisam de hidratação, cada um com sua intensidade. "Todos possuem danos físicos e ambientais, como raios solares, luz excessiva, poluição e escovação manual que desgastam a fibra capilar", alerta o cabeleireiro Jotha Cunha, do Studio W Shopping JK Iguatemi, em São Paulo.
Máscaras e ampolas
Ambas trazem benefícios para os cabelos, mas agem de maneiras diferentes. Segundo Guedes, as máscaras atuam na cutícula do fio (a camada externa dele) devolvendo água para a fibra capilar, o que lhe confere flexibilidade e maciez. Já as ampolas costumam ser mais potentes, porque agem na parte interna, em uma estrutura conhecida como córtex, a fim de devolver nutrientes e reestruturar o cabelo. A melhor parte é que podem ser usadas juntas: primeiro a ampola, seguida da máscara, para reforçar os benefícios.
Escolhendo a máscara ideal
Como nem todo cabelo é igual, é preciso atenção para selecionar o produto. O ideal é pedir ajuda para um profissional de confiança, que vai analisar com precisão as suas madeixas e diagnosticar as necessidades. Mas, se estiver sozinha em frente a uma prateleira recheadas de máscaras e não resistir, a dica é olhar as instruções de cada um produto, que geralmente ficam na parte de trás do frasco. Comece por selecionar aqueles que se destinam ao seu tipo de fio (quebradiços, ressecados, descoloridos, volumosos e tantos outros).
A importância do calor
Um truque clássico, desses que passam de uma geração para outra, é o uso de acessórios de altas temperaturas (como as toucas térmicas) para hidratar os cabelos. Isso porque o calor ajuda a dilatar as cutículas dos fios, facilitando a entrada dos nutrientes do produto usado. "Mas, para facilitar, hoje existem produtos com tecnologias adequadas para dispensar o uso do calor e diminuir o tempo de tratamento, bem como a espera pela próxima hidratação", conta Ulisses SJ, profissional do salão Blend Your Mind, em São Paulo.
Passo a passo
Antes de aplicar qualquer máscara, lave bem os fios, com duas aplicações de xampu, deixando-o agir por alguns instantes antes de enxaguar. Retirado o excesso de água, para que os cabelos não estejam encharcados, aplique a máscara "penteando" os fios entre os dedos com movimentos contínuos de cima para baixo. Comece pelas pontas até alcançar a metade do comprimento, sem chegar à raiz. "Lembre-se que os fios molhados podem quebrar com mais facilidade do que quando estão secos, por isso mantenha um ritmo suave", aconselha Guedes. Essa "massagem' na fibra ajuda os ativos a penetrarem com mais eficiência.
Para aquecer os fios, coloque uma toalha quente no cabelo depois de aplicar a máscara. Vale a mesma dica para a touca térmica. Verifique nas indicações do produto quanto tempo de espera ele necessita para agir. Em seguida, enxague, seque (se achar necessário) e finalize o tratamento com um creme leave-in reparador.
Receitas caseiras
Quem quiser e gostar, pode ainda apostar na inclusão de elementos naturais nas fórmulas prontas. "Quem tem cabelo seco, pode acrescentar uma colher das de sopa de azeite de oliva em três de máscara, o que vai deixa os fios com mais vida", explica Sonia Nesi, cabeleireira do Studio de Beleza Sonia Nesi. Outra sugestão é misturar  três gotinhas do seu óleo capilar preferido na quantidade de máscara necessária para seu total de fios. Aqueça no microondas por cerca de 10 segundos, até que fique morno, e aplique normalmente nos fios. O óleo aumenta a base hidratante da máscara.
FONTE  : ESTUDOS  ANTERIORES

PROBLEMAS SEXUAIS FEMININOS




Durante a vida sexual é possível que a mulher apresente alguns problemas em relação ao exercício de sua sexualidade. A maioria das disfunções sexuais femininas pode ser tratada.
Os problemas mais comuns são:
  • Falta de desejo sexual;
  • Incapacidade em obter orgasmo – anorgasmia;
  • Dor durante a relação sexual – dispareunia;
  • Incapacidade em ter penetração vaginal – vaginismo.
A falta de desejo sexual feminino, também chamada da perda de libido, é o problema mais frequente e acomete entre 15% e 35% das mulheres. As causas são as mais diversas, como alterações hormonais (pelo uso de anticoncepcional), parto, amamentação, menopausa, disfunções hormonais e antidepressivos. É possível ainda estar relacionada ao cotidiano e ao estresse, além da dinâmica do relacionamento. Muitos casais acham que esse sintoma é falta de amor, quando na verdade o bem-estar dos parceiros no dia a dia da relação é determinante para a sintonia do casal. Mudanças na rotina podem afetar a comunicação entre os parceiros, gerando o distanciamento entre eles e incidindo em sua vida sexual.
Anorgasmia: a incapacidade em obter orgasmo é um problema muito comum nas mulheres. Mulheres que têm orgasmo por meio da masturbação não podem ser consideradas como portadoras dessa deficiência.
Do ponto de vista biológico, o orgasmo feminino é bem definido, existindo até imagens de ressonância nuclear magnética de uma mulher durante o orgasmo. Talvez a causa mais comum da dificuldade de atingir o orgasmo entre as mulheres seja o desconhecimento da anatomia feminina, além de se buscar uma dinâmica sexual confortável para elas, o que não é incomum. A sexualidade feminina foi tabu durante boa parte da história, e apenas muito recentemente tem havido maior abertura para que as mulheres sejam também sujeitos de desejo.
Expectativas irrealistas e a clara falta de comunicação entre os parceiros certamente contribuem para esse problema. A influência da pornografia no aprendizado sexual é também uma questão importante, ao tornar um universo fantasioso e muitas vezes irrealista como referência para homens e mulheres.
Dor durante a relação sexual ou dispareunia: é quando a mulher sente dor no ato sexual. A causa dessa disfunção pode ser corrimento, infecção vaginal, menopausa e distúrbios hormonais. Também pode estar relacionada à falta de desejo sexual, além da adoção de um ritmo inadequado para a relação sexual. A excitação é um elemento importantíssimo para a lubrificação vaginal, que permitirá uma relação prazerosa e sem dor.
Vaginismo: é a incapacidade de haver penetração sexual prazerosa para a mulher, com a contração involuntária dos músculos próximos à vagina. Caracteriza-se por um ciclo que envolve ansiedade, tensão e dor, sucessivamente. É importante não tentar mais a penetração e fazer uma consulta ao ginecologista, para avaliar as causas e tratamentos. A terapia em conjunto do casal pode trazer gradativo aumento da intimidade sexual, com enormes chances de cura.

Fontes:
entrevistas 
 Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM 17.178 – SP
MRI study of the female genitalia, during orgasm, and after orgasm from Schultz WW et al. BMJ.  1999;319(7225):1596-600.
Basson R, Berman J, Burnett A, et al.  Report of the international consensus development conference on female sexual dysfunction: definitions and classific Jations.  J Urol. 2000 Mar;163(3):888-93
Lindau ST, Schumm LP, Luamann EO, et al. A study of sexuality and health among older adults in the United States.  New Engl J Med. 2007 Aug 23;357(8):762-74.
Basson R, Leiblum S, Brotto L, et al. Revised definitions of women’s sexual dysfunction.  J Sex Med.2004 Jul;1(1):40-8Laumann EO, Paik A, Rosen RC.  Sexual dysfunction in the United States: prevalence and predictors.  JAMA 1999 Feb 10;281(6):537-44
Laumann EO, Nicolosi A, Glasser DB, et al.  Sexual problems among women and men aged 40-80 y: prevalence and correlates identified in the Global Study of Sexual Attitudes and Behaviors. In:Int J Imp Res.2005 Jan-Feb;17(1):39-57

domingo, 8 de junho de 2014

Os primeiros sinais físicos da depressão

á boas chances de um sintoma físico aparecer muito antes de a tristeza profunda ficar estampada na cara da vítima de depressão e ela não conseguir mais esconder sua perda de interesse pelo mundo exterior. Hoje os cientistas sabem: o quadro depressivo tende a emergir na forma dos mais diversos tipos de dor no corpo. E não confunda isso com um processo de somatização, em que distúrbios emocionais produzem mal-estar orgânico. 
 
"Os circuitos que a depressão ativa são íntimos de regiões do sistema nervoso, inclusive o autônomo, que comanda o funcionamento dos órgãos", explica Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista. Ricardo Alberto Moreno, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, emenda: "Cerca de 60% dos casos da doença são associados a males orgânicos, a maioria deles acompanhada de dor". 
 

Como isso acontece

Os cientistas apontam o causador: o mau funcionamento da serotonina, da noradrenalina e da dopamina. O trio de neurotransmissores, fundamental na regulação do humor, circularia com menos eficiência entre os neurônios de um deprimido e isso dificultaria a transmissão de milhares de mensagens químicas. E aí, em um efeito dominó, outras falhas de comunicação apareceriam. "A ausência dessas substâncias prejudica diversas áreas, inclusive as responsáveis por inibir dores", explica Telma Gonçalves de Andrade, especialista em psicofisiologia da Universidade Estadual Paulista, a Unesp, em Assis, também no interior de São Paulo. 
 
O sistema imunológico é outro afetado. "Os deprimidos correm um risco três ou quatro vezes maior de adoecer", conta Sabbatini. Também pode acontecer de uma série de doenças aproveitar a brecha criada pelos neurotransmissores. Ou seja, quem de repente passa a ficar doente com muita frequência não deve se conformar com a velha explicação: de que isso é estresse. É preciso refletir se não existe algo mais profundo (e tristonho) por trás.
 
O sono é mais um que acusa prejuízos quando o cérebro está deprimido. Sabe-se que a ausência de serotonina atrapalha o adormecer, mas esse não é o único ponto. O desbalanceamento químico por trás do transtorno emocional afeta todo o ciclo circadiano, ou seja, o relógio que regula o funcionamento do organismo ao longo das 24 horas. Assim, a pessoa perde a sincronia com o meio ambiente, afetando a quantidade e, principalmente, a qualidade das horas dormidas. 
 

Não confunda melancolia com depressão

Os médicos querem divulgar cada vez mais aos leigos e aos próprios colegas que nem sempre melancolia é depressão. "Tristezas fazem parte da vida", lembra Sabbatini. Ao mesmo tempo, nem sempre a depressão se enquadra no retrato da pessoa arrasada, trancafiada no quarto, muda... Ela pode estar por trás dos tais sintomas físicos - em casos raros, a angústia nem chega a brotar, só as dores do corpo é que afloram e ficam sem alívio até a cabeça ser tratada. Com antidepressivos ou tratamento clínico. 
 

Tratamento

Além de remédios, os especialistas apostam na psicoterapia - seja a cognitiva comportamental, que estimula o deprimido a deixar de lado pensamentos destrutivos, seja a interpessoal, que identifica situações de conflito para aprimorar a capacidade de o paciente interagir e aliviar o abatimento. "Estudos de neuroimagem comprovam que a eficácia desses tratamentos é similar à dos remédios", revela Helena Maria Calil, professora titular de psicofarmacologia da Universidade Federal de São Paulo e presidente da Abrata. Quando a depressão é tratada corretamente, diga-se, o ânimo volta e as dores, onde estiverem, esvaecem.

FONTE : PESQUISAS

sábado, 19 de abril de 2014

Dores no pescoço: sete dicas simples para atenuar o problema

A dor no pescoço é vice-campeã de reclamações nos locais de trabalho. A campeã é a dor nas costas. Nos Estados Unidos, por exemplo, pacientes crônicos têm direito a reduzir atividades que possam agravar o quadro e a acomodações apropriadas no ambiente profissional. De acordo com o ortopedista Gilberto Anauate, do Hospital Santa Paula (SP), a dor no pescoço não é causada apenas pela má postura, podendo ser um problema emocional. 

— O estresse pode ser o grande vilão da cervicalgia em grande parte dos casos. Os músculos localizados atrás do pescoço têm de estar sempre tensos para suportar a parte de cima do corpo. Quando eles trabalham além da conta, sofrendo contrações constantes de fundo nervoso, a dor é inevitável. Inclusive, pode ser irradiada para os ombros ou ainda resultar em dor de cabeça — diz o médico. 

O ortopedista afirma que, por apresentar grande mobilidade em relação ao restante da coluna, a região cervical está mais sujeita a dores e contraturas musculares devido à friagem e, principalmente, episódios de alta tensão psicológica. Uma vez diagnosticada a raiz do problema, Anauate orienta o paciente a buscar ajuda especializada. 

— Cada vez mais surgem recursos terapêuticos que podem amenizar a dor no pescoço. O paciente pode ser orientado a seguir um tratamento à base de anti-inflamatórios e relaxantes musculares, ou mesmo a buscar terapias complementares, como a acupuntura. O ideal é que seja feita uma investigação personalizada. 

Clique no gráfico e veja quais são os cuidados que você deve tomar com sua coluna diante do computador:

O especialista alerta ainda para a importância de se levar o sintoma a sério e buscar imediatamente ajuda especializada. 

— Ninguém pode se acostumar com a dor. Se ela começar a irradiar para os braços, ou se o paciente começar a sentir 'pinçadas' no pescoço, é necessário uma investigação diagnóstica mais detalhada. 

 sete dicas para driblar a dor no pescoço: 
1. Nos dias frios, agasalhe-se bem e evite tomar friagem; 

2. Quem trabalha o dia inteiro diante do computador deve fazer pausas para movimentar ombros e pescoço lentamente, por alguns minutos, a cada duas horas. Esse hábito alivia a tensão que normalmente se acumula ao longo do dia; 

3. Quem passa horas no trânsito não pode descuidar do pescoço. Além do cinto de segurança, é importante contar com um encosto de cabeça devidamente ajustado ao corpo, mantendo os braços esticados e as mãos firmes no volante. Não dirija se a dor estiver muito forte; 

4. Massagens suaves com óleos aromáticos ou anti-inflamatórios em gel ou creme também contribuem para aliviar a dor; 

5. Donas-de-casa devem se acostumar com novos hábitos na hora de se abaixar ou suspender objetos. É importante usar mais a força das pernas para abaixar ou se levantar. 

6. É importante praticar regularmente atividades de relaxamento para a mente e o corpo. Isso inclui terapias alternativas, hobbies, ou simplesmente se dar ao luxo de descansar mais; 

7. Usar travesseiro é indicado. Mas a escolha deve recair sobre um modelo que não seja nem muito fino, nem muito grosso. O ideal é dormir de lado e escolher um travesseiro que se encaixe muito bem entre a extremidade do ombro e o início do pescoço.

FONTE : http://zerohora.clicrbs.com.br/

Explicação para algumas dores no estomago

É comum os pacientes fazerem autodiagnóstico de gastrite, mas a causa real desse incômodo pode estar relacionada a medicamentos e pedras na vesícula. Conheça os principais motivos de sentimos dores no estômago:

Senti após beber um copo de leite

A história de que a bebida combate os sintomas da gastrite é antiga, mas falsa. Por ser uma substância alcalina, o leite neutraliza o ácido presente no órgão, conferindo bem-estar momentâneo. Contudo, o efeito rebote vem logo em seguida: o estômago aumenta a produção de ácido para compensar esse desequilíbrio, o que resulta na dor.

Fui curado de uma gastrite, mas a dor voltou

Não se engane: o problema pode ressurgir se o indivíduo não tomar certos cuidados. É o que os médicos chamam de “reativação”. Comidas gordurosas ou ácidas, frituras, bebidas alcoólicas e cigarro são algumas substâncias que facilitam esse processo, assim como passar por situações de estresse.

Minha pele tornou-se amarelada

Você pode estar com “pedras na vesícula”. São cristais formados, principalmente, de colesterol que se alojam na vesícula biliar ou nos canais biliares. Quando eles obstruem um canal, provocam dores no lado direito superior do abdome (as quais são confundidas com o sintoma em questão), além de náuseas vômitos. Se não retiradas, as pedras facilitam o surgimento de infecções que amarelam a pele e a parte branca dos olhos.

O problema me faz acordar à noite para comer

É possível que seja um quadro de úlcera gástrica, uma ferida que surge na parede estomacal. Ela pode provocar dores fortes se o indivíduo está em jejum, pois os ácidos irritam a lesão. Outros sinais são: vômitos, tonturas e desmaio — os dois últimos, devido a complicações da úlcera.


Acompanha uma queimação na garganta

A doença do refluxo gastroesofágico gera essa combinação de sintomas. Isso porque ela faz com que o ácido gástrico suba em direção ao esôfago, causando uma inflamação. Nesse caso, a azia costuma surgir entre uma refeição e outra ou assim que o paciente termina de comer. É comum também que o conteúdo do estômago volte para a boca (regurgitação).

Aparece quando fico menstruada

Para lidar com as cólicas, as mulheres abusam dos analgésicos. O que elas não sabem é que medicamentos desse tipo podem causar irritações e até agravar a gastrite. Mesmo após serem digeridos, os componentes são absorvidos pela corrente sanguínea, diminuindo a proteção do órgão e tornando-o mais sensível.

FONTE : http://revistavivasaude.uol.com.br